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* FORUM * * LOJA *
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O "Nosso" Bridge em tempos que já lá vão. Enquadramento: Uma discussão acerca das proezas do nosso bridge aquém e além fronteiras. Eis o que o Manuel Capucho em boa hora escreveu: O Tó e o Carlos Teixeira ganharam um Sunday Times em Lisboa em 1973 ou 1974, estavam optimos jogadores - Reese Beladona Forquet e Sharif de certeza. Ainda em Julho em Deauville o Shariff que jogou com o Yalouze falou-nos disso e contou-nos a extraordinária história de ter saido com 6 espadas de DV10 contra 3 st á dama e o Yalouze jogou pequena. ele insistiu e viu o parceiro jogar o R e depois o A em que os adv baldaram e ele caiu de costas inanimado. Mas o To e o Carlos Teixeira tiveram outros resultados muito bons quer em Sunday Times quer em C da Europa de equipas por Portugal - 5º em Varsovia associados ao Joao Nuno com o Carlos Deb e o Fontes eo CA. O Carlos Debonaire com o Carlos Teixeira teve um 2º no fortissimo torneio de Monte Carlo, que era organizado pelo Boulanger - os mais velhos lembram-se dos extraordinários torneios do Alvor - em que o Boulanger vinha sempre junto com outras estrelas do bridge mundial! Tive a sorte de jogar estes torneios no fim dos anos sessenta porque o meu tio Jose Manuel d'Orey era adm da Salvor e convidava-me sempre! Para os que gostam de historias antigas não resisto a contar mais esta : O Roudinesco, que vinha sempre ao Alvor, sofria muito com a sua mulher, que lhe atirava a roupa da janela para o jardim do Hotel, sobretudo os sapatos. Uma noite que chovia muito fez-lhe o mesmo e obrigou-o a ir buscá-los. O pobre foi e voltou encharcado só com um por não encontrar o outro, ela obrigou-o a voltar a sair e ele regressou passado algum tempo ainda mais encharcado sem ele. Esta saga só acabou quando ela resolveu dizer-lhe que o sapato que faltava ela tinha-o escondido debaixo da cama . Melhor sorte com um segundo lugar teve a Joao e eu, porque lugar igual no TGR em Londres, rendeu um balurdio e depois convites , que se mantem, para torneios fechados por todo o lado e que sempre que podemos vamos - Vegas, Bruxelas,Copenhaga etc. Por estarmos muito nesses torneios e porque falamos razoavelmente francês e inglês é que somos muito conhecidos, e, claro tambem porque sobretudo o Chemla o Zia e outros craques dão-se bem connosco e saem muito a jantar fora com a Maria ( como a Joao é conhecida por lá) e comigo. Posso-lhes dizer que nos temos divertido à ufa e o Nuno e o Carlos bem o sentiram agora em Menton ! Quanto ao Joao Nuno não tenho de facto grande lembrança de feitos internacionais ( para além do 5º em Varsóvia), ate porque não jogou muito no estrangeiro, assim como o Jorge Mettelo o Jose Antonio e o Pousada, mas que eram excelentes jogadores ninguem duvida e muita falta fazem ao bridge e a todos os seus amigos. Ja que estamos a lembrar o passado que falta nos faz tambem o Xis! |
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